segunda-feira, 9 de maio de 2011

Alta de 0,48% no custo da construção

O custo da construção civil, mensurado pelo Sinapi (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil), teve alta de 0,48% no mês de abril. Os dados, divulgados hoje (6), mostram que no primeiro quadrimestre a alta chega a 1,67% --abaixo do resultado computado em igual período de 2010 (2%). No acumulado dos últimos 12 meses, a variação foi de 7%, acima dos 6,88% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. O custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 775,43 --registrado em março-- para R$ 779,18. Desse valor, R$ 439,78 é o gasto com materiais e R$ 339,40, com a mão de obra. A região Sudeste continua a ter o maior preço por metro quadrado: R$ 819,71. Entre os Estados, o Rio de Janeiro é aquele com custo maior (R$ 894,95), seguido por São Paulo (R$ 844,11) e Acre (R$ 835,56). Entretanto, a região Nordeste foi a que apresentou a maior variação no ano, com alta de 2,72%. O Sinapi é um levantamento feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em convênio com a Caixa Econômica Federal. O indicador é apurado por meio do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil


Fonte: OESP
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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Os anúncios imobiliários de 60 anos atrás


Edifício Itália, Marco da Arquitetuta paulistana
Há 55 anos

O lançamento do Edifício Itália, até hoje um dos cartões-postais de São Paulo, foi anunciado na primeira página do Estado, no dia 3 de maio de 1956


O prédio, inaugurado em setembro de 1965, era na época o mais alto da América do Sul, com 150 metros a partir do nível da rua, 47 pavimentos, e uma das estruturas mais altas do mundo em concreto armado. De autoria do arquiteto Franz Heep, o Edifício Itália foi construído pela R.Cecchi & Cia. Ltda e atualmente é protegido pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat).


1967


O Terraço Itália, localizado nos 41.º e 42.º andares do prédio, só foi inaugurado em 1967 pelo prefeito Faria Lima. Nasceu como um restaurante nobre e reinava no topo do edifício, a 165 metros de altura, permitindo aos visitantes com uma vista panorâmica de 180 graus da cidade. Era a grande atração da região.


Fonte: OESP


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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Como comprar um terreno com segurança?



A maioria dos loteamentos é comercializada por meio de financiamento direto do loteador, com prazos inferiores aos praticados pelas instituições financeiras que operam o crédito imobiliário e, infelizmente, não existe acesso aos recursos do FGTS para o financiamento ou a quitação de terrenos.

Documentos necessários:

Alvará de Loteamento: autorização da Prefeitura para a execução do empreendimento;

Licença ambiental: autoriza a execução do loteamento (no Estado de São Paulo, esse documento é o Certificado do Graprohab ou a Licença de Instalação da Cetesb/Secretaria do Meio Ambiente);

Matrícula do Loteamento: (documento do Cartório de Registro de Imóveis da Comarca em que o empreendimento está localizado), demonstrando que o mesmo encontra-se registrado e averbado. Esse documento garante que o lote é legal;

Termo de Vistoria e Entrega das Obras: considerado o Habite-se do loteamento, é emitido pela Prefeitura da cidade onde o empreendimento se encontra, e comprova que o loteador cumpriu todas as etapas da obras às quais estava obrigado. Caso o loteamento esteja em obras, é importante ter o documento da Prefeitura (instrumento de garantia) que informa quais são as obras de infraestrutura urbana que o loteador está obrigado a implantar;

Compromisso de Compra e Venda: documento que o loteador é obrigado a depositar no Cartório de Registro de Imóveis e no qual constam as regras edilícias do loteamento, bem como as obras obrigatórias, e todas as regras de relacionamento entre o vendedor (loteador/proprietário do loteamento) e o adquirente (consumidor);

CND do IPTU: comprova que não há débitos no recolhimento do imposto territorial urbano do lote pretendido na aquisição;

CND da Associação de Proprietários: caso se trate de loteamento fechado (semelhante ao condomínio). Verificar se não há pendências do loteador/proprietário do lote com a associação dos proprietários de lotes do empreendimento.

De posse dos documentos, o que fazer?

Percorra o loteamento para constatar se tudo o que foi prometido ou executado se encontra efetivamente no local – principalmente a demarcação e a identificação do terreno, confira as divisas, bem como os marcos respectivos.



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quarta-feira, 27 de abril de 2011

População de alta renda investe 97,7% em imóveis e autos


Pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas Fractal aponta que 97,7% da classe de alta renda investem em imóveis próprios ou automóveis. O estudo também traz dados como objetos possuídos, atividades de lazer mais frequentes, aspirações pessoais, comportamento e maiores preocupações sociais.

A análise aponta o perfil da classe de alta, com informações como distribuição patrimonial, que engloba aquisição de imóveis tanto residências próprias, rurais para lazer quanto comerciais, ou de veículos.

"Neste quesito, 97,7% dos entrevistados afirmam que têm algum tipo de investimento próprio", afirma Celso Grisi, diretor presidente do Instituto.

A pesquisa foi realizada com 2.614 pessoas com renda mensal acima de R$ 4 mil, em nove cidades brasileiras como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília.

Outros dados avaliados foram os objetos de posse: 79,9% têm em sua residência de dois a quatro televisores. A maior preocupação desse público está relacionada à segurança pública no Brasil.

De acordo com a pesquisa, as atividades mais realizadas no tempo livre são assistir televisão e navegar na internet. Já no quesito comportamento social, 73,4% estão satisfeitos com o relacionamento entre amigos.

Quando questionados sobre a distribuição patrimonial, 62,9% do público declara que têm aplicações de baixo risco no Brasil, como previdência privada, entre outros.

Já 20,2% investem em empresas e 23,9% alegam que deveriam investir mais em companhias. "Quando projetam na composição ideal de investimentos, os entrevistados alegam que preferem ter uma liquidez, com garantia de uma renda que possam sustentar, caso ocorra a perda de emprego", afirma Grisi.

Como item de posse, 94,2% têm imóvel próprio, 52,6% possui automóvel, 90% utiliza de escritório próprio e 97,8% tem casa de campo.

Entre as preocupações desta camada social, além da segurança, também estão valorizados itens como educação, família, saúde física, entre outras.

A orientação profissional é um dos destaques, a pesquisa aponta que 95,6% se preocupa com as perspectivas futuras, enquanto 87,4% está atento a situação econômica do País.

Nas questões relacionadas à sociedade, conceitos e valores instrumentais, 42,7% dos entrevistados não participam de projetos sociais, e o índice de satisfação no relacionamento familiar é de 57,6%.

Na busca pessoal, 61,8% procuram segurança para viver, 59,1% dos entrevistados consideram muito importante ser respeitado e 51,5% acreditam ter alcançado os desejos aspirados no passado e 31,5% têm uma boa posição social.

Fonte: DCI

terça-feira, 26 de abril de 2011

Antes de assinar o contrato, cautela e muita atenção!

Os consumidores que pretendem adquirir um imóvel na planta devem ter cautela e atenção para não se desgastarem com eventuais problemas que aparecerem no futuro.

Segundo o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), são preceitos básicos, antes de fechar negócio com alguma construtora, analisar todas as cláusulas contratuais.

Para não se encontrar vulnerável no futuro, o consumidor deve estar atento com citações sobre a variação do valor das parcelas ao longo do financiamento e se consta previsão no contrato sobre multa no caso de atraso na entrega ou por qualquer outro descumprimento contratual.
O instituto reforça ainda a necessidade de verificar as formas de pagamento, opções de financiamento e demais informações atreladas à quitação do imóvel. O objetivo desse "ritual" é evitar qualquer dor de cabeça. "Observe também se no contrato existem as especificações que garantam um prazo de carência para a entrega do imóvel, geralmente de seis meses, que fica estipulado à incorporadora para fazer os últimos ajustes antes da entrega do bem. Esse prazo é conhecido como a cláusula dos 180 dias", diz o Idec.
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domingo, 24 de abril de 2011

ALTERNATIVA INTERESSANTE PARA INVESTIR EM IMÓVEIS



Não é novidade que investir no setor imobiliário é uma excelente maneira de obter sua independência financeira. A compra de um imóvel com o objetivo de alugar, ou mesmo para diversificar seus investimentos, é uma forma segura e, em "certa medida", rentável, de investimento.

Grifei propositadamente "certa medida" porque há outra forma de investir em imóveis que ganha cada vez mais destaque e que, particularmente, julgo mais eficaz: os Fundos de Investimento Imobiliário (FII).

Esse tipo de aplicação gerou um retorno médio de 26,7% em 2010 – contra apenas 9,75% do CDI (taxa de juro de mercado que funciona como principal patamar de referência para investimentos em renda fixa). O fundo mais rentável de 2010 gerou um lucro de 59,6%. Lá na lanterna, está a Caderneta de Poupança, que rendeu míseros 6,90% perdendo em cheio para a inflação, com a pior performance desde 1967!

Investir em imóveis por meio de FII não lhe fará ser o proprietário do imóvel como estamos acostumados - em que você tem a posse física do bem e guarda a matricula e a escritura dentro da gaveta. No FII você será sócio do fundo, com participação proporcional ao número de cotas que você detenha e proprietário de parte do imóvel investido.

Dentre as possibilidades mais comuns existentes no mercado de FII estão: edifícios de escritórios, condomínios de galpões logísticos, espaços de compras e até shopping centers. Aqui  http://www.agproperties.com.br você pode obter informações precisas sobre produtos nos seguimentos industrial e comercial por meio de condomínios fechados de galpões e contros de compras e serviços.

Em um FII você usufrui de importante benefícios tributário, a isenção de pagamento Imposto de Renda sobre os rendimentos para cotistas que detenham até 10% do total das cotas do empreendimento e olha que isto equivale a um ganho entre 15% a 27,5%, um excelente diferencial. Como cotista você também não se preocupa com a administração do imóvel, ou sua manutenção, pagamento de impostos, ou negociação com inquilinos, por exemplo. Tudo isso é feito por gestores profissionais do empreendimento, que assumem a responsabilidade de lidar com a rotina cotidiana.

Em posts anteriores abordei as dez principais vantagens dos investimentos em FII’s, acessem os posts de março de 2001, aqui no blog.

O gestor do FII são Companhias Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM), devidamente certificadas e autorizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) órgão do Conselho Monetário Nacional.

Além da questão tributária e da profissionalização da gestão da carteira imobiliária, outro grande benefício de se investir em cotas de FII é a liquidez do seu portfólio, ou seja, a possibilidade imediata de converter suas cotas em dinheiro. Querendo você “realizar”, fazer dinheiro, basta comercializar suas cotas para outro investidor. Sendo você proprietário de um imóvel, a liquidez pode não ser assim tão instantânea. Outra possibilidade é a chance de diversificação de portfólio investindo em diferentes segmentos, bairros, cidades, etc.

Sobre os valores dos aportes estes variam de fundo pra fundo e de cota pra cota. Geralmente o aporte mínimo corresponde R$ 1.000,00, havendo uma negociação mínima de cotas, geralmente em torno de dez. Portanto, o investimento mínimo é de cerca de R$ 10.000,00 para a fase de lançamento, porque depois as cotas são negociadas livremente na bolsa de valores com liquidez de 1 em 1 cota, sendo os preços formados pelo mercado.

Quanto às precauções, vejo a necessidade de você buscar conhecer o perfil do FII antes de investir. Como se trata de uma operação financeira, você deve ficar atento às taxas cobradas pelos gestores e à política do fundo, ambas expressas em documento público chamado Prospecto de Investimento do Fundo. Aconselho que você também procure conhecer o perfil dos atuais ou futuros inquilinos dos imóveis investidos pelo FII pois a rentabilidade da sua aplicação está diretamente atrelada ao pagamento dos aluguéis com a vantagem de que o risco de  inadimplência ou vacância (imóvel ficar vazio, sem inquilino) terá seus custos distribuídos entre todos os coristas do FII e não concentrado em apenas um proprietário.


Para quem quer uma diversificação em relação aos investimentos em imóveis, os FII são ótimas opções. Aproveitar as oportunidades é fundamental.


Necessitando de mais informações, conte comigo!


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terça-feira, 19 de abril de 2011

AO NEGOCIAR, NÃO TENHA PRECONCEITOS!




O garotão pensou que a partida estava ganha! Que o adversário do filme era um menino qualquer - para quem não conhece tênis, os pais que aparecem no final são nada mais nada menos que...



a Steffi Graf e o Andre Agassi! Os dois, grandes campeões mundiais de tênis...melhor DNA impossível ! E se em vez de um jogo aquela partida fosse um negócio...