terça-feira, 1 de novembro de 2011

IBOPE: preços de imóveis novos em São Paulo cresceram 14%


Os preços de imóveis residenciais, tanto novos quanto usados, nas principais capitais do país não devem desacelerar no curto prazo, conforme estimativas do Ibope.

Segundo levantamento do instituto de pesquisas, realizado a cada seis meses e divulgado nesta quarta-feira, o preço médio do metro quadrado de imóveis novos na cidade de São Paulo registrou crescimento de 85% desde abril de 2009 até outubro deste ano. Se considerados os imóveis usados, o aumento foi de 62%.

A capital paulista apurou o maior aumento de preços no período em comparação a Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife, demais capitais envolvidas no estudo, realizado desde 2009.

Nos seis meses de abril a outubro deste ano, os preços de imóveis novos em São Paulo cresceram 14% e, no caso de imóveis usados, subiram 11%, para R$ 6.019 e R$ 4.979 o metro quadrado, respectivamente, em valores atuais.

Nos seis meses terminados em outubro, entretanto, as maiores altas de preços por metro quadrado de imóveis novos foram vistas no Rio de Janeiro e em Recife, onde subiram 18%.

Em valores atualizados, o preço médio do metro quadrado de imóveis novos no Rio de Janeiro era de R$ 6.000 em outubro e, em Recife, de R$ 4.074.

Já em relação aos imóveis usados, Recife apresentou o maior aumento de preços entre abril e outubro deste ano, com alta de 20%, para R$ 3.305 o metro quadrado, também com base em valores atualizados.

Na sequência ficou o Rio de Janeiro, com elevação de 19% no caso dos imóveis usados, para R$ 5.106.

"Ainda não há sinais de acomodação dos preços de imóveis, uma vez que as altas ainda são expressivas", disse o diretor de geonegócios do Ibope Inteligência, Antonio Carlos Ruótolo.

"O mercado está testando até onde é o ponto de resistência do consumidor. O crescimento anual por volta de 30% vem se mantendo desde 2009, não desacelerou".

Segundo ele, embora o instituto trabalhe com a tendência de acomodação dos preços, este cenário não deve ser visto no curto prazo.

"O mercado tende a se acomodar, mas os números ainda não mostram isso", afirmou Ruótolo, acrescentando que não há uma perspectiva de quando essa acomodação deve ocorrer. "A tendência é de desaceleração média no longo prazo, dependendo de como a economia se comportar".

Nos casos em que o valor dos imóveis usados aumentou mais que o dos novos --como Rio de Janeiro e Recife--, ele citou uma "anomalia de mercado", resultado principalmente do número de lançamentos insuficiente para atender a demanda.

Ele mencionou o Rio de Janeiro como uma das regiões com maior escassez de espaço para construir imóveis novos. "Os lançamentos estão crescendo na periferia, fora do eixo desejado pelo consumidor de renda média e alta, o que eleva o preço dos usados".

De acordo com o levantamento, Porto Alegre registrou aumento de 11% nos valores de imóveis residenciais novos nos últimos seis meses, a R$ 4.501 o metro quadrado, em valores atuais. No caso dos usados, a alta foi de 8%, a R$ 2.922.

De abril de 2009 até agora, a capital gaúcha apurou crescimento de 63% nos preços dos novos e de 50% nos dos usados. 

Fonte: Folha Uol

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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Crise mundial não afeta o mercado imobiliário


Muito se tem especulado a respeito da influência que a crise mundial terá sobre a economia brasileira e, em especial, sobre o nosso mercado imobiliário. É importante que em momentos de incerteza tenhamos uma visão geral para que possamos tomar decisões mais assertivas. Portanto, seguem algumas considerações:

Frequentemente, a nossa economia tem sido posta à prova. Os resultados industriais e o segmento de serviços vêm demonstrando desaquecimento nos últimos meses. Como reflexo dessa situação, as expectativas da economia também não mantêm os altos patamares que alcançaram na pós-crise de 2008 e os índices de confiança tanto das famílias quanto das empresas apresentam trajetória de queda nos meses mais recentes.

No entanto, o setor imobiliário se destaca diante das incertezas. É um mercado que, historicamente, possui um bom grau de previsibilidade, que envolve riscos muito menores quando comparado a outros investimentos e ganha atratividade em um ambiente em que as pessoas estão preocupadas em conservar seu patrimônio.

Nos últimos anos, o mercado de imóveis foi significativamente ajudado pelo aumento da renda da população, pela estabilidade econômica e, principalmente, pelo desenvolvimento do crédito imobiliário. Esse mercado de crédito continua evoluindo e a despeito das preocupações a relação do crédito imobiliário com a proporção do Produto Interno Bruto vem crescendo acima dos outros setores: em julho a evolução foi de 3,5% em relação a junho, enquanto o setor de serviços avançou 1,8% e o de comércio apenas 1,1%. Essa percepção fica mais clara quando a comparamos em uma linha de tempo maior. De acordo com dados do Banco Central, a relação crédito imobiliário/PIB foi de 4,56% em agosto desse ano contra 1,92% no mesmo mês de 2008.

O prognóstico para o mercado de crédito também é favorável no médio prazo por conta  da  tendência de queda da taxa de juros e pela qualidade da regulamentação brasileira, que assegura solidez ao processo de expansão.

Considerando o crescimento da rentabilidade dos imóveis, o aumento da demanda por moradia própria e as políticas ativas do governo que atacam tanto o desaquecimento da atividade quanto as condições específicas de financiamento imobiliário, temos um quadro que demonstra razões suficientes para manter o mercado imobiliário em uma posição vantajosa entre as demais opções de investimento.   

Ademais, participamos de uma economia que notadamente contou com a demanda interna como um dos principais vetores de crescimento recente e tudo indica que esse rumo será mantido.

Amparado pela certeza de que o investimento em imóveis é o mais seguro, traz alta valorização e rentabilidade, o Secovi acredita que o mercado imobiliário continuará obtendo ótimos resultados para as empresas que aqui investem!

Por: Carlos Hiram Bentes David é presidente do Secovi-DF.

Fonte: R7
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Mídias socias não são canais de propaganda ou vendas

Muitas empresas que fazem negócios com outras empresas – o chamado  business-to-business (B2B) — ainda hesitam em adotar as mídias sociais como parte de sua estratégia de comunicação por não conhecer ou não acreditar no potencial dessas ferramentas.

A maioria pensa que mídias sociais só são úteis quando o negócio é B2C (business-to-consumer), ou seja, diretamente com o consumidor final. Se você é um dos "desconfiados", saiba que o B2B pode se beneficiar e muito das mídias sociais.

Para isso, é preciso ter em mente quatro aspectos:

#1 O relacionamento continua sendo entre pessoas.

Seja espontâneo e humano. Embora você represente uma empresa, está também falando com uma pessoa do outro lado. É a relação pessoal de confiança que vai gerar credibilidade e regularidade nesse contato. Aproveite para fazer networking online e offline, conjugando interação nas redes sociais e em eventos presenciais. Alimente o CRM da sua empresa com esses contatos.

#2 Segmente o conteúdo para o seu público-alvo.

Como o público B2B é mais restrito, permite que você tenha mais foco na sua comunicação. Produza informação relevante, interessante e útil para esse público.

#3 Identifique os canais que seu público utiliza.

O que faz sentido na sua área de atuação? LinkedIn, blogs, fóruns, Twitter? Para cada um deles, utilize linguagem específica. Em todos esses canais, procure ouvir, participar, interagir, contribuir. E, por favor, não fique bombardeando as pessoas com propaganda do seu negócio.

#4 Dissemine seu conhecimento e competência.

No segmento business-to-business, o que conta muito é a sua expertise. Outras empresas comprarão seus produtos ou serviços porque acreditam na sua competência, o que gera credibilidade e confiança. Procure fazer isso em seus processos produtivos, mas lembre-se que a comunicação deve refletir isso em igual medida. Mantenha regularidade e coerência na sua comunicação online e offline.

Por fim, lembre-se: mídias socias não são canais de propaganda ou vendas. Sãoplataformas de comunicação e relacionamento.

Fonte: @exame_m_sociais

Funcionários Públicos Ganham Subsídio Para Comprar Moradia

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O governo do Estado de São Paulo lançou hoje o programa "Casa Paulista - Servidores Públicos Estaduais" com o objetivo de oferecer um subsídio complementar para funcionários públicos interessados em adquirir um imóvel. Em um primeiro momento o programa receberá R$ 640 milhões, provenientes do Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social (FPHIS).

O objetivo é atender servidores civis e militares, ativos ou aposentados, com renda familiar bruta de até R$ 3.100. O valor máximo do subsídio foi fixado em R$ 34.500,00 e deve variar de acordo com a renda familiar bruta mensal do servidor. Pelas regras estabelecidas no projeto, o interessado não poderá ter imóvel próprio ou financiamento habitacional ou ter sido atendido por outros programas habitacionais do governo do Estado.

O contemplado poderá comprar imóveis residenciais novos, usados ou na planta, com valor máximo de R$ 150 mil, no caso das regiões metropolitanas; R$ 130 mil nos municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes; R$ 100 mil nos municípios com população entre 50 mil e 250 mil habitantes; e R$ 80 mil nos municípios com população menor do que 50 mil habitantes.

Para pleitear o subsídio, o interessado precisará ter o crédito aprovado em qualquer instituição financeira, pública ou privada que opere com recursos do FGTS ou do "Minha Casa, Minha Vida".

Fonte: Agencia Estado

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

4 dicas de plantas para cultivo em casas, apartamentos e escritórios.

Você já ficou em dúvida sobre qual planta escolher na hora de cultivar em locais fechados como casas e espaços comerciais? Não são todas as plantas que podem viver nestes locais. Foi pensando nisso que elencamos 4 dicas de plantas para possível cultivo em casas, apartamentos e escritórios. 

Confira:

Pleomele

Pleomele ou Dracena-malaia: planta de crescimento moderado e bastante vistosa. Um dos seus destaques é a tolerância para espaços com baixa umidade e luminosidade, além de servir como purificador natural de ar em ambientes interiores. A Pleomele pode ser envasada e fertilizada quinzenalmente, e deve-se estar atento às mudanças bruscas de locais, porque a planta pode sofrer perdendo muitas folhas. 

Columéia-peixinho

Columéia-Peixinho: O nome se dá pelo formato de sua planta e pela cor laranja. Além de ser uma planta ornamental, ela pode oferecer um arranjo bem bonito e diferente para ambientes fechados. Deve ser regado frequentemente, multiplica-se com facilidade e não tolera espaços muito frios e às geadas.

Jibóia

Jibóia ou Era do Diabo: A Jibóia é uma das plantas mais famosas no ambiente empresarial e em locais fechados. Uma planta de fácil adaptação, crescimento rápido e folhagem bonita, é uma das poucas trepadeiras que podem ser cultivadas à meia-sombra. 

Violeta Africana

Violeta Africana: Não pense que os ambientes fechados vivem só de verde. A Violeta Africana está aí para provar que as cores também podem enfeitar o seu ambiente de trabalho. Esta planta tem a característica de poder ser cultivada em vasos pequenos, de mesa, e apresentar diversas tonalidades como roxo, branco e rosa.

Você cultiva mais algum tipo de planta em ambientes fechados? Comente abaixo e ajude quem está procurando por alternativas.


Bill Gates Aluga Sua Casa!

Bill Gates, co-fundador da Microsoft e considerado o homem mais rico das Américas está alugando sua casa em Wellington, FL pelo período de 12 semanas (3 meses). Você deve estar pensando – qual o motivo de um dos homens mais ricos do mundo colocar sua casa pra alugar? Talvez o fato de ele possuir um patrimônio líquido de mais de 59 bilhões de dólares já responda à pergunta anterior e reforça seu espírito empreendedor.
Gates e sua esposa acompanharão a filha mais velha em um dos campeonatos eqüestres mais longos dos Estados Unidos, com duração de 3 meses – e para não deixar a casa abandonada (e não deixar de ganhar dinheiro) Gates decidiu anunciar sua casa para aluguel.
A mansão
A "casa" possui 7.300 metros quadrados, 8 quartos e 6 banheiros divididos em 2 andares. A mansão está avaliada em quase 12 milhões de dólares e no período disponível para aluguel, a região é conhecida por possuir um inverno chuvoso e pouco ensolarado.


Vista aérea da mansão de Bill Gates
Além desta mansão, Bill Gates possui uma outra casa particular em Lake Washington, no bairro Medina – um dos mais famosos e de alto padrão da região, e que fica localizado a 8 km a leste de Seattle.
Confira mais imagens da "casinha":

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Vacância de galpões de alto padrão é a mais baixa da história, diz estudo.

A taxa de vacância de galpões de alto padrão em cidades localizadas a até 100 km de São Paulo chegou a 4,8% no segundo trimestre deste ano, de acordo com levantamento da CB Richard Ellis. O índice, considerado o mais baixo da história pela consultoria, caiu 1,9 ponto percentual em relação aos três primeiros meses de 2011.










"A vacância de galpões classe A deve baixar ainda mais nos próximos anos, porque as empresas estão alugando todos os imóveis antes do lançamento", diz o vice-presidente da CB Richard Ellis, Marcos Montandon Jr. Entre as características dos galpões de classe A estão segurança 24 horas, construção em alvenaria e pé direito superior a dez metros.

No mercado geral de galpões, a taxa de vacância ao final de junho era de 6,4%. A região de Campinas foi a que apresentou o aluguel mais alto no segundo trimestre deste ano, com valores mensais de até R$ 28 por m2. Na cidade de São Paulo, onde a taxa de vacância foi mantida em 1,9%, os preços variaram de R$ 21 a R$ 25 por metro quadrado ao mês.